Mundo Novo-Motorista é preso após simular o próprio sequestro para vender carreta

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Mundo Novo-Motorista é preso após simular o próprio sequestro para vender carreta

Carreta que foi entregue pelo motorista no Paraguai. (Foto: Polícia Civil)
Carreta que foi entregue pelo motorista no Paraguai. (Foto: Polícia Civil)

Um caminhoneiro foi preso ontem (13) na cidade de Mundo Novo depois de simular o próprio sequestro para vender a carreta e carga que transportava, no Paraguai.

Após receberem a denúncia de que o caminhoneiro estava desaparecido, policiais civis da delegacia de Mundo Novo iniciaram as buscas e também acionaram a Polícia Nacional do Paraguai que, em cooperação, passou a procurá-lo no país vizinho.

No decorrer da investigação, contudo, os agentes descobriram que o motorista havia estado no Paraguai e lá vendeu a carga, bem como o veículo. A principal suspeita da polícia é de que o motorista retirou o rastreador do veículo e seguiu rumo ao país vizinho no dia 9 de abril, suposto dia do desaparecimento. Após a transação ele retornou a MS no dia 10 e se hospedou em um hotel em Mundo Novo.

Uma testemunha que prestou depoimento, informou que no dia 11, por volta das 15h deu carona para o motorista até o Paraguai, que disse estar indo realizar compras. Na sequência, ele retornou para o hotel em que estava hospedado em Mundo Novo. Contudo, ontem, após investigações, os investigadores localizaram o motorista no hotel em que estava hospedado desde domingo (11), sem qualquer tipo de ferimento ou restrição que o impedisse de sair daquele local ou de entrar em contato com a família ou com o seu patrão.

Na delegacia, o criminoso ainda disse que foi vítima de roubo e que os criminosos o levaram para o Paraguai. Em seguida, os criminosos teriam o trazido de volta ao Brasil e o hospedaram no hotel em que foi localizado. Ele inventou que foi obrigado, sob ameaças, que ficasse naquele lugar. Imagens de câmeras de segurança foram requisitadas e serão juntadas ao Inquérito Policial. O motorista foi indiciado pelo crime de apropriação indébita com a pena majorada em razão de ofício, emprego ou profissão.

Fonte: Campo Grande News

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