Caminhoneiros fazem protestos e ameaçam parar o Paraguai se combustíveis não forem reduzidos

Header Ads Widget

Ticker

6/recent/ticker-posts

Caminhoneiros fazem protestos e ameaçam parar o Paraguai se combustíveis não forem reduzidos

Caminhoneiros pararam nas margens da rodovia Ruta 05 e tentam mobilizar colegas sobre o movimento (Foto: Redes Sociais)
Caminhoneiros pararam nas margens da rodovia Ruta 05 e tentam mobilizar colegas sobre o movimento (Foto: Redes Sociais)

O reajuste do diesel no Paraguai gerou uma onda de paralisações por parte dos caminhoneiros e motoristas, por conta disso, foram realizados bloqueios em trechos de grande fluxo viário, especialmente na linha de fronteira com o Brasil, prejudicando o transporte nos estados de Mato Grosso do Sul e Paraná.

Na terça-feira (15), os manifestantes se concentraram a 5 km de Pedro Juan Caballero, na Ruta 05, que liga a cidade-gêmea de Ponta Porã à capital Asunción. Ainda não há movimentação no sentido de bloquear a passagem dos veículos, mas os profissionais tentam mobilizar os colegas que ainda estão rodando para aderirem ao movimento.

Ontem (14), outro grupo bloqueou a Ponte da Amizade, entre Ciudad Del Este e Foz do Iguaçu (PR) e impediu a passagem de qualquer veículo, inclusive um ônibus escolar foi impedido de seguir e levar os estudantes do país vizinho para a escola no Brasil. Hoje o trânsito já estava normalizado.

Conforme o jornal La Clave, as manifestações em Ciudad del Este ocorrem também no microcentro, na rotatória da Área 1. Outros municípios também tiveram protestos, como Minga Guazú (km 16 e km 30), Santa Rita, Itakiry, Juan E. O’oleary, Santa Fe del Paraná e Minga Porã.

De acordo com a imprensa local, existe a possibilidade de que uma greve geral aconteça da categoria. Os motoristas querem que o governo de Mario Abdo Benítez retire o ISC (Imposto Seletivo ao Consumo) dos combustíveis.

O senador Enrique Salyn Buzarquis chegou a apresentar um projeto para eliminar o imposto, mas a proposta não foi para frente sob a justificativa de que não surtiria efeito para baixar os preços.

O representante dos caminhoneiros, Nery Pereira, reiterou ao canal Telefutura que as mobilizações não cederão enquanto o governo não reduzir os preços dos combustíveis para a população em geral.

“Queremos que os trabalhadores e a população em geral tenham um benefício de redução dos preços de combustíveis. Se continuar assim, (…) teremos que buscar outra forma (de protesto) mais drástica”, disse Nery Pereira.

Os preços dos combustíveis no Paraguai subiram, em menos de um ano, o equivalente a R$ 1,70 por litro, mas ainda há outro aumento para entrar em vigor.

Fonte:enfoquem

Postar um comentário

0 Comentários