Gabriel Monteiro desabafa sobre perigos de morte: 'Não consigo dormir'

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Gabriel Monteiro desabafa sobre perigos de morte: 'Não consigo dormir'

Em entrevista com o Pânico, um vereador do Rio de Janeiro expressou ter sofrido três agressões desde o início de seu mandato.

Nesta quarta-feira, o programa Pânico recebeu do vereador Gabriel Monteiro (PSD-RJ). Em reunião, desabafou sobre os perigos de morte que, conforme indicado por ele, ocorreram desde seu mandato na Câmara da capital. "Hoje não me sinto alegre, não consigo descansar, juntei algumas questões com tanta atividade, tanto trabalho que faço, mas isso era normal pelo que decidi para a minha vida. estou lutando contra a máfia da Saúde no Rio, prisões que descartou uma vez, mas pelo menos uma ou duas", disse ele. "Isso me causou muitos abusos quando minha família é prejudicada ou atingida. Minha mãe perdeu o emprego, estou lutando contra os exércitos civis. É uma coisa pesada. No entanto, eu escolhi isso", acrescentou.

Ex-policial militar, Monteiro também censurou o empreendimento. “Preciso mudar meu público em geral, meu alvo, minha motivação é clara. Daquele ponto em diante ele tentou me matar de fato, o veículo foi baleado. Se eu ficasse na polícia tática, eles me matariam. Isso ficou claro", disse. "Depois de fazer inúmeras críticas, tantos coronéis degenerados são capturados, que todos percebem que isso definitivamente não é uma verdade secreta. Há uma grande quantidade de criminosos, maus e rebeldes, que tiram dinheiro do tráfico de drogas e se aproximam do exército civil . Eu conflitava com isso. Minha durabilidade era excessivamente difícil."

Para o parlamentar, ainda não se chegou a um grau de mudanças perceptíveis na segurança aberta. "Qual foi a grande mudança na forma de pensar o bem-estar público? Na verdade, é não se valer de discutir a mudança sem ter demonstrado mudanças", disse. Como indica Gabriel, um código reformatório obsoleto e o desenho da polícia ganham espaço no espaço inconcebível. "Temos um código corretivo retrógrado, do modo de pensar de 40 anos, temos um modo de pensar equivocado que obstrui a assistência ao bem-estar público. Não temos um projeto de instrução policial. Está tudo fora da base.

Veja o encontro com Gabriel Monteiro na íntegra:

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