Sem vacina, Ratinho autoriza aulas presenciais no Paraná no dia 18 de fevereiro

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Sem vacina, Ratinho autoriza aulas presenciais no Paraná no dia 18 de fevereiro

O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), não está nem aí com o risco de contágio nas aglomerações escolares. Ele assinou decreto autorizando as aulas presenciais, a partir do dia 18 de fevereiro, apesar de ainda a comunidade escolar não receber a vacina contra a covid-19.

O decreto de Ratinho autorizando as aulas presenciais foi publicado no Diário Oficial do Paraná nesta quarta-feira (20). Isso deixou ouriçados os educadores das 2,1 mil escolas paranaenses, que temem serem infectados.

A APP-Sindicato, que representa os cerca de 100 mil profissionais do magistério paranaense, realiza assembleia geral online neste sábado (23). Os educadores cogitam deflagrar greve geral, contra a volta das aulas presenciais, sem a vacina, e pedir o impeachment do governador Ratinho Junior pelo crime de responsabilidade.

Professores e funcionários de escolas do Paraná se recusam a ir para o abatedouro, conforme determinou o decreto do governador Ratinho Junior.

O governador autorizou o retorno das atividades presenciais em escolas estaduais públicas e privadas, inclusive nas entidades conveniadas com o Estado do Paraná, e em universidades públicas, mediante ao cumprimento das medidas sanitárias previstas pela Secretaria Estadual de Saúde (SESA).

As aulas presenciais estão suspensas desde março de 2020. Com o decreto, o governo do Paraná pretende voltar em 18 de fevereiro. O objetivo seria proporcionar a adoção do ensino híbrido, com parte dos alunos em sala de aula e parte acompanhando uma transmissão ao vivo. Ocorre que os estabelecimentos de ensino não têm equipamentos instalados para o modelo anunciado (híbrido).

As escolas públicas do Paraná até tiveram acesso a recursos financeiros do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para se adequarem ao ensino híbrido, com instalação de infraestrutura de internet, no entanto, como a decisão foi tardia, não existem profissionais em quantidade e qualidade para atender todas as escolas paranaenses ao mesmo tempo.

Fonte: esmaelmorais

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