Jovem que matou pais adotivos e irmão há 13 anos é preso ao invadir policlínica e se passar por médico em Cuiabá

Header Ads Widget

Ticker

6/recent/ticker-posts

Jovem que matou pais adotivos e irmão há 13 anos é preso ao invadir policlínica e se passar por médico em Cuiabá

Policlínica do Planalto (Dr. Clóvis Pitaluga de Moura), em Cuiabá — Foto: Reprodução/Google Maps

Lucas Messias da Silva Gonçalves, de 29 anos, já foi apreendido em 2006 quando era adolescente e matou a facadas os pais adotivos e o irmão dele em Cáceres.


Um jovem foi preso na madrugada desta quinta-feira (18) ao invadir a policlínica do bairro Planalto, em Cuiabá, se passar por médico e ofender policiais militares. Lucas Messias Da Silva Gonçalves, de 29 anos, já foi apreendido em 2006 quando era adolescente e matou a facadas os pais adotivos e o irmão dele.

De acordo com a PM, Lucas assustou pacientes e funcionários e foi flagrado com uma porção de maconha em uma bolsa.

A polícia foi acionada via 190 para verificar a ocorrência em que um homem alterado se passava por médico e mexia em objetos dos funcionários da policlínica.

Ao checar a denúncia, os policiais pediram a ele para se retirar da unidade hospitalar, no entanto, Lucas xingou os PMs.

Ele foi preso e levado à Central de Flagrantes.

Morte da família
No dia 14 de outubro de 2006, Lucas, até então adolescente de 16 anos, matou o pai, a mãe e o irmão de 3 anos a golpes de faca enquanto eles dormiam em Cáceres, a 220 quilômetros de Cuiabá.

Adotado aos 2 anos pelo casal, ele confessou o crime à polícia.

À época ele disse que aguardou a família ir dormir enquanto assistia televisão. Por volta de 1h30, foi até a cama do casal e matou primeiro o pai, o açougueiro Nivaldo Cruz Gonçalves, de 33 anos, com 13 facadas; depois a mãe, a professora Júlia Messias da Silva Gonçalves, de 43 anos, com 12 golpes de faca; e por último o irmão que estava no berço, com 8.

Em seguida, o adolescente foi a um bar beber com amigos no bairro Massa Barro, onde mora a família, e retornou para casa por volta da 5 horas.

Para forjar um suposto latrocínio, ele ligou para a polícia avisando que a casa havia sido assaltada.

FONTE: G1

Postar um comentário

0 Comentários