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Pai é suspeito de estuprar e matar filha de um ano no Paraná

Foto: Arquivo pessoal

Uma garotinha de um ano chegou morta na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Arapongas, na Região Metropolitana de Londrina, na noite de terça-feira (18). Um laudo preliminar do Instituto Médico Legal apontou que a criança teria sido vítima de estupro e o pai dela é o principal suspeito.





Exames médicos atestaram lesões na região genital da menina, além de uma perfuração no pescoço. A Polícia foi acionada e localizou a casa dos pais da criança. Eles foram levados para a 22ª Subdivisão Policial de Arapongas. A avó materna, Maria Aparecida da Silva, também foi encaminhada para a delegacia para prestar depoimento.

Homem ficou preso por tráfico de drogas – Foto: Arquivo pessoal

A mãe foi identificada como Eduarda da Silva Bernardo. A princípio, o pai, identificado como Roger da Silva Ribeiro, de 24 anos, ficou detido porque existia um mandado de prisão, por tráfico de drogas, em aberto contra ele. Segundo o homem, a filha teria se engasgado com leite materno, versão que também foi relatada pela avó da menina.





ATENDIMENTO NA UPA

Durante o atendimento na UPA, os médicos verificaram que além de hematomas generalizados, a pequena Sophia Emanuelly da Silva Ribeiro também apresentava palidez, tinha o abdômen bastante inchado, e o ânus dilacerado – indicando sinais de violência sexual.

Como a criança já tinha chegado morta na Unidade de Pronto Atendimento, o corpo dela foi recolhido pelo Instituto Médico-Legal (IML) de Apucarana.





A Polícia Civil segue investigando o caso e colhendo novos depoimentos.

A INVESTIGAÇÃO

Em entrevista à rede de rádios na manhã desta quarta-feira (19), o delegado que investiga o caso disse que o médico legista examinou o corpo da criança e constatou que a morte da Sophia foi causada pelo violento abuso sexual sofrido por ela.





Segundo o delegado, o estado das lesões na região genital da criança chocou até o próprio legista, que disse nunca ter visto nenhuma situação parecida com essa, em todos os seus anos de carreira. O delegado e toda a equipe de investigadores ficaram estarrecidos e alguns membros da equipe nem conseguiram olhar para o corpo da criança de tão grave que era a situação em que ele se encontrava.


Fonte: 24horas

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