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PF cumpre 28 mandados de prisão em operação contra chefes de facções criminosas

Policiais apreenderam drogas durante o cumprimento dos mandados — Foto: Divulgação/PF

Ação, deflagrada nesta quarta-feira (20) em sete estados, foi batizada de 'Pregadura'. Também foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão.


A Polícia Federal (PF) cumpriu, na manhã desta terça-feira (20), 10 mandados de busca e apreensão e 28 mandados de prisão preventiva de uma operação contra uma facção criminosa que atua dentro e fora de estabelecimentos prisionais no país.





(Correção: ao publicar esta reportagem, o G1 errou ao informar que a Polícia Federal cumpriu 31 mandados de prisão. Na verdade foram 28 mandados cumpridos. A informação foi repassada pela corporação e corrigida às 15h17.)

Uma pessoa foi presa em flagrante por tráfico de drogas. Três mandados não foram cumpridos, segundo a polícia.





As ordens judiciais foram cumpridas no Paraná e em outros seis estados. Segundo a PF, o objetivo da operação, batizada de "Pregadura", é reprimir crimes cometidos por indivíduos que ocupam posições de liderança.

Os mandados foram cumpridos nos seguintes estados:


  • Paraná: Londrina, Cambará, Curitiba, Araucária, São José dos Pinhais e Piraquara;
  • Rondônia: Porto Velho;
  • Rio Grande do Norte: Mossoró;
  • Roraima: Boa Vista;
  • Minas Gerais: Uberaba;
  • Mato Grosso do Sul: Dourados e Campo Grande;
  • São Paulo: Presidente Bernardes, Presidente Venceslau, Lins, Mairiporã, Ubatuba e São Paulo.

Ainda conforme a polícia, o grupo identificado era responsável por comandar as ações da facção em todos os estados do país, autorizando o ataque a agentes públicos, crimes de tortura, rebeliões e compra e venda de armas de fogo para a prática de crimes.





As decisões partiam, normalmente, de dentro da Penitenciária Estadual de Piraquara, na Região de Curitiba, e eram difundidas através de uso de telefones celulares e aplicativos de comunicação.

Nas unidades prisionais em que as ordens não entravam com uso destes meios de comunicação, conforme a PF, eram utilizados bilhetes encaminhados por meio de visitantes.





"O contato do visitante com o preso é o que permite a passagem de mensagens. Essas mensagens podem ser via bilhetes, que é bem comum, e existem passagens de ordens que são verbais também", explicou o delegado Martin Bottaro Purper.

O nome da operação policial faz referência a jogada de xadrez que tem por objetivo impedir a movimentação de peças do adversário em uma partida.





Os investigados devem responder por pelos crimes de organização criminosa, associação para o tráfico de drogas e o comércio ilegal de drogas, tráfico de armas, tortura e homicídios.

Os ordens judiciais foram deferidas pela Vara Criminal de Piraquara, na Região de Curitiba.

Fonte: G1

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