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Dez médicos cubanos que atendiam na fronteira com a Bolívia em MS não trabalharam nesta quarta-feira

Médicos cubanos que atendiam em Corumbá já não trabalham a partir desta quarta (21), diz secretário — Foto: TV Morena/Reprodução

Corumbá é a cidade mais afetada de MS com o fim do programa. Secretaria de Saúde ´vai remanejar profissionais de outras unidades para não prejudicar atendimentos.


A Secretaria de Saúde de Corumbá, a 415km de Campo Grande, confirmou que nenhum dos 10 médicos cubanos que atendiam nas Unidades de Saúde da Família (UBSF) do município, trabalharam nesta quarta-feira (21).





Corumbá, que faz fronteira com a Bolívia, é cidade mais afetada de MS com o fim do convênio, com a perda de 10 médicos. De acordo com a Secretaria, 2 profissionais com contrato até 27 de novembro, não farão mais atendimento a partir desta quinta-feira (22). A expectativa é que os outros voltem a trabalhar até o fim do convênio entre Brasil e Cuba.





O município informou que, para não prejudicar algumas regiões da cidade, médicos de outras unidades vão dividir o atendimento nesses locais que ficarão sem os profissionais. O atendimento a estrangeiros não será afetado, porque os médicos cubanos atendiam somente em UBSFs, com consultas, agendadas e acompanhamentos de programas de saúde.

Ao todo, 114 médicos cubanos devem sair de MS com o fim do programa. Além de Corumbá, Dourados perderá 9 médicos e outros 42 municípios também perderão profissionais.





As inscrições do Programa Mais Médicos para preencher as vagas abertas com a saída dos médicos cubanos começaram nesta quarta-feira (21) e vão até o próximo dia 25. São 115 vagas em 46 cidades e 7 Distritos Sanitários Especiais Indígenas de MS.

Fonte: G1

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