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Ação contra cartel de tráfico de drogas que atuava em três estados tinha como alvo em MS o fornecedor do entorpecente

Ilustração

Suspeito não foi localizado e polícia acredita que ele estema escondido no Paraguai.


A operação ALL IN, deflagrada pelas policias civis de Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul na manhã desta quinta-feira (22), para desarticular um cartel de tráfico de drogas, tinha como alvo no território sul-mato-grossense o suspeito de ser o fornecedor do entorpecente comercializado pela quadrilha.





Segundo o delegado Gustavo Adolpho Bianchi Ferraris, titular da Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar), no estado, a ação tinha um mandado de prisão, o do suspeito de ser o fornecedor, e três de busca e apreensão.

“O mandado de prisão não foi cumprido, porque o suspeito não foi localizado nos endereços que tínhamos dele, em Ponta Porã e a suspeita é que ele esteja escondido no Paraguai. Já os três de busca e apreensão, também para Ponta Porã, foram todos cumpridos”, explicou ao G1, completanto que as diligências continuam para tentar prender o suspeito.





No total, foram expedidos pela Justiça: 35 mandados de prisão, 11 medidas cautelares e 46 mandados de buscas e apreensão para os três estados.

Um dos gerentes do cartel é o traficante de Porto Alegre Ricardo Benítes Porto, conhecido como playboy. Ele foi preso em casa nesta manhã. Ele estava montando uma pousada em Imbituba, em Santa Catarina, e era o responsável por negociar as drogas com facções do Rio Grande do Sul.





Durante a investigação, que durou cerca de dez meses, foram apreendidos carros, cerca de duas toneladas de maconha, armas e dinheiro.

De acordo com a polícia, o grupo criminoso vendia drogas em grandes quantidades somente para traficantes. Os traficantes cultivavam as próprias plantações de maconha na região de fronteira com o Paraguai. Em quatro meses, a quadrilha negociou R$ 2 milhões em drogas.

Segundo os policiais, os investigados negociavam armas de uso restrito, como fuzis. O que chamou a atenção da Polícia Civil foi que um dos chefes tinha uma arma banhada a ouro.





Origem do nome

O nome ALL IN faz alusão a uma jogada de Poker onde se aposta todas as fichas para ganhar de todos os seus oponentes numa única rodada, sendo este o objetivo da operação policial que tem como foco desmantelar numa única ocasião toda uma organização criminosa.

Fonte: G1

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